Linda Brasil denuncia falhas na emissão da carteirinha da fibromialgia e cobra providências do Estado
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A deputada estadual Linda Brasil (Psol) denunciou, nesta quarta-feira, 8, na tribuna da Assembleia Legislativa de Sergipe, problemas no acesso à Carteira de Identificação da Pessoa com Fibromialgia (CIPFIBRO) em Sergipe. Segundo a parlamentar, falhas na plataforma digital, ausência de diálogo e a centralização da entrega das carteirinhas na capital têm dificultado que as pessoas com fibromialgia acessem seus direitos.
De acordo com Linda, a retomada da emissão da carteirinha, anunciada pela Secretaria de Estado da Saúde, ocorreu sem a participação do movimento de fibromialgia. A reunião que definiu o retorno do serviço envolveu órgãos como a Secretaria de Saúde, Assistência Social e Segurança Pública, mas excluiu representantes das pessoas diretamente afetadas.
A deputada também criticou a centralização da entrega do documento em Aracaju, o que, segundo ela, tem gerado dificuldades para moradores do interior. “Mais de 600 carteiras estão paradas porque muitas pessoas não têm condições para se deslocarem até a capital. Essas pessoas pedem que as carteirinhas sejam entregues em outros postos”, afirmou.
Diante desse fato, Linda anunciou que está oficiando a Secretaria da Segurança Pública para que haja a atualização de informações e a implementação de alternativas que facilitem o acesso ao documento. “No site, há informações incorretas que indicam a retirada da carteirinha na Secretaria da Saúde, mas, após mudanças, essa retirada está ocorrendo no Instituto de Identificação.
Além disso, solicitamos que possibilitem a entrega das carteirinhas em outros municípios”, explicou a parlamentar.
Passe livre
Durante o pronunciamento, Linda Brasil também informou que está oficiando o Departamento de Estradas de Rodagem de Sergipe (DER), tendo em vista os casos em que ocorreram a negativa de atualização do passe livre intermunicipal para pessoas com fibromialgia. “O laudo apresentado não está sendo aceito para ter esse direito. Por isso, estamos oficiando o DER para que reveja essas questões e assegure os direitos garantidos por lei às pacientes”, afirmou.




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